Advogado. Processualista pós-graduando pela USP e pós-graduado pela PUC Minas. Mais de quinze anos de contencioso estratégico.
Pós-graduando em Direito Processual pela Universidade de São Paulo (USP) — cujo corpo docente reúne os processualistas que escrevem a doutrina aplicada diariamente pelos tribunais brasileiros — e pós-graduado pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais — instituição sólida, também referência no país em direito processual —, Fellipe Mansur é autor de artigos científicos publicados e detentor de prêmio de pesquisa. O processo é o campo que o fascina desde os primeiros anos de carreira e que segue sendo o motor de sua atuação — credenciais que unem duas frentes: a de quem executa e a de quem também estuda o Direito.
A prática sempre caminhou ao lado do estudo. Foram mais de quinze anos dedicados à advocacia contenciosa em escritórios relevantes, com carteira de clientes estratégica e variada, onde exerceu a coordenação sênior nas esferas cível, trabalhista e fiscal. Coube-lhe, nesse período, a condução dos casos de maior relevo e a responsabilidade técnica por causas que não admitiam improviso — experiência que forma o alicerce da atuação artesanal que hoje oferece a seus clientes.
Dessa trajetória consta a atuação não apenas perante os Tribunais de Justiça, mas também perante os Tribunais Superiores, em Brasília — STJ e TST —, exercida por meio de despachos pessoais com julgadores, sustentações orais da tribuna e acompanhamento presencial de sessões de julgamento: a advocacia de corte praticada em toda a sua extensão.
A experiência estende-se ao setor público: foi concursado de autarquia federal, na qual integrou a comissão permanente de licitação — vivência que lhe conferiu domínio prático das licitações, dos contratos administrativos e da lógica interna da Administração Pública, hoje posto a serviço de quem com ela contrata ou litiga.
Essa dupla formação — a trincheira e a academia — traduz-se em vantagem concreta para o cliente: teses sustentadas em doutrina de ponta, recursos desenhados segundo a lógica dos tribunais superiores e uma leitura estratégica do processo que antecipa, em vez de reagir.
Universidade de São Paulo — USP
Pós-graduação em Direito Processual, em curso na Faculdade de Direito da USP.
PUC Minas
Especialização concluída na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, instituição de referência nacional no ensino jurídico.
Artigos publicados e prêmio de pesquisa
Contribuições doutrinárias reconhecidas academicamente, com distinção em pesquisa jurídica.
Coordenação sênior de carteiras estratégicas
Condução do contencioso cível, trabalhista e fiscal de alta relevância em escritórios relevantes, com carteira de clientes estratégica e variada.
Atuação no STJ e no TST
Advocacia de corte em Brasília, com despachos pessoais com julgadores, sustentações orais e acompanhamento presencial de sessões de julgamento.
Tribunais de Justiça
Atuação consolidada perante as cortes estaduais, em recursos, agravos e sustentações orais.
Autarquia federal
Foi concursado do órgão e membro de sua comissão permanente de licitação, com vivência direta das licitações e dos contratos administrativos.
Tutoria e monitoria — PUC Minas
Tutor contratado das disciplinas de Direito Processual Civil, Teoria Geral do Direito, Metodologia da Pesquisa Jurídica, Direito Civil, Constitucional e Ambiental. Na graduação, foi monitor bolsista de Teoria Geral do Processo e de Direito Processual Civil I, II e III, aprovado em concurso específico.
A experiência em carteiras estratégicas ensina algo que os grandes volumes escondem: toda causa relevante é, para quem a vive, a causa mais importante do mundo.
O olhar de quem geriu contencioso corporativo por dentro: visão de carteira, controle de contingências, relatórios gerenciais precisos e estratégia processual alinhada ao negócio — somados à atenção que a advocacia seletiva permite.
O mesmo arsenal técnico empregado nas grandes disputas empresariais, posto a serviço do patrimônio, do trabalho e dos direitos de cada cliente individual — com atendimento direto pelo advogado responsável e linguagem clara em todas as etapas.
“ Estudar o processo é respeitar o cliente: cada tese que se aprofunda na academia é uma brecha que se fecha nos autos.
Sem intermediários: a análise do seu caso é feita por quem irá conduzi-lo.
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